1 Agosto, 2012
Posted in Imprensa
25 Janeiro, 2017 Ricardo Vargas

Pessoal Gold

O trabalho não corre tão bem como antes, há mudanças em curso nos processos da empresa que afetam a sua função. São-lhe pedidas novas responsabilidades, novas maneiras de fazer as coisas. E acha que não consegue. Ou o trabalho até corre bem como antes, simplesmente você sente que não tem mais para dar.

 

 

Justamente agora que se abre a possibilidade de evolução de carreira que estava à espera, sente que atingiu o limite das suas competências. Será que o coaching o pode ajudar a superar esse impasse? É importante começar por assumir que somos limitados. Faz parte da condição humana ter limites físicos e psicológicos definitivos, inultrapassáveis. Não veremos um ser humano geneticamente não adulterado correr 100 metros em quatro segundos, por exemplo. Tendo dito isto, os nossos limites não estão onde achamos que estão.

A maior parte das vezes, há uma diferença muito grande entre o limite real e o percebido. E é nessa diferença que o coaching trabalha. O que nos leva a sentir mais limitados do que na verdade somos?

O que nos leva a reduzir as nossas capacidades simplesmente por não as exercitarmos? A maior parte das vezes, trata-se de crenças limitadoras. Aprendemos a não nos expor, a não sobressair, a não “ficar em bicos dos pés”. E se isso pode ser desejável em algumas situações, na maioria dos casos encolhe progressivamente a nossa zona de conforto. Noutras situações, queremos melhorar as nossas competências, mas desconhecemos o modo de o conseguir. Ou não temos as ferramentas. Ou o contexto não é favorável. Ou os recursos não existem. Ou precisamos de orientação.

A maior parte das vezes, há uma diferença muito grande entre o limite real e o percebido. E é nessa diferença que o coaching trabalha.

É nestes casos que o coaching pode catalisar o desenvolvimento de competências. Transformar crenças limitadoras em crenças poderosas. Promover a geração de alternativas. Apoiar a resolução de problemas. Agilizar a aprendizagem. Flexibilizar a necessidade de recursos. Estabelecer planos individualizados. Por vezes, há questões de personalidade envolvidas. Défices de autoestima, hábitos de aprendizagem ineficazes, cognições negativas, traços de personalidade “inconvenientes”.

Nestes casos, a pessoa não consegue aumentar as suas competências porque tem um nível de sofrimento subjacente que tem de ser trabalhado antes. Nestes casos, só um bom coach psicológico, credenciado para o efeito, é aconselhável.

Tarde ou cedo, todas as pessoas atingem o limite das suas capacidades. Umas ficam por aí, outras forçam esse limite a afastar-se um pouco mais todos os dias. Todos os dias.

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